❤ Kwak Jin Eon, Kim Phil, and Im Do Hyuk of Superstar K6’s “Only You”  #1 on Charts
The slow, romantic acoustic-blues song’s performance, Only You (당신만이), an acoustic song by Kwak Jin Eon, Kim Phil, and Im Do Hyuk of Superstar K6.

 

Num primeiro momento, somos atraídos pela pessoa, pela sua aparência, pelos seus gestos, pelo seu sorriso. O belo chama a atenção, em todos os setores das nossas vidas, sejam momentos, sejam objetos, lugares ou pessoas. No entanto, a beleza por si só não é suficiente, caso não esteja acompanhada de conteúdo, daquilo que não vemos, mas que é essencial.
Na verdade, o tempo deixa somente que fique em nós aquilo que nos toca o coração e a alma, de uma forma única e especial, e isso não tem nada a ver com roupas de marca ou olhos azuis. Tanto é que, muitas vezes, com o passar do tempo acabamos por achar bonitas muitas pessoas que de início não nos chamaram a atenção pela sua aparência.
Isso porque o amor é uma coisa de dentro, algo que atravessa o que há por fora, instalando-se dentro de nós, sem avisar, sem ser visto a olho nu. O nosso íntimo é assim mesmo, depende de atitudes, daquilo que sentimos, do que nos fazem sentir, muito para além dos olhos. O que nos toca fundo não é manipulado com os dedos, mas com o carinho, o apoio e a dedicação com que nos tratam, e isso encontra-se além das aparências.

O mais importante, nisso tudo, é sabermos com segurança aquilo que procuramos, bem como o que não queremos para nós. Se estivermos conscientes de que não podemos receber menos do que merecemos, dificilmente traremos para junto de nós quem só suga, quem mente, quem não retribui nada. É preciso ver além do que os olhos enxergam, para perceber o que o outro tem a oferecer, em termos de verdade, de vontade de ser e de estar junto.
Precisamos levar sempre em conta a passagem do tempo, dos anos, que leva embora a rigidez dos músculos, a firmeza da pele, a força da coluna, além de muitos dos sonhos que acabam por não se realizar. Porém, e isto é inegável, aquilo que for verdadeiro, os sentimentos profundos, a amizade, a cumplicidade e a ternura, isso ninguém nos rouba, nem o tempo, nem a morte.
O amor recíproco e intenso, aquele que é sentido além das aparências, resiste e persiste sempre.

Texto de Marcel Camargo

A gente se apaixona mesmo pela forma como nos tratam.
Pelo carinho inesperado, pela mão que nos agarra e pelo jeito com que nos abraça.
A gente se apaixona pelo tom da voz quando fala bonito, pelos olhos que também comunicam, e pelo silêncio que traz conforto e alívio.
Paixão é algo mesmo simples, mas quando chega, ela nos toma por completo.
A gente se apaixona pela gentileza, pela atenção, pelas atitudes que provam que nós somos verdadeiramente importantes para aquela pessoa.

A gente se apaixona pelo respeito que nos é dado. A gente se apaixona quando sente que aquela pessoa nos quer ver bem por dentro e por fora.
A gente se apaixona quando a outra pessoa nos quer ter na sua vida, quando ela quer muito, quando ela quer incondicionalmente, todos os dias, e quando ela mostra isso sem hesitação.
A gente se apaixona quando sente que aquele alguém quer caminhar ao nosso lado, quer deixar o passado para trás e construir um futuro ao nosso lado.
A gente se apaixona quando alguém entra na nossa vida com vontade de ficar, e nos dá mais certezas do que dúvidas.
A gente se apaixona quando o outro olha para nós com orgulho de nos ter conhecido, com orgulho naquilo que somos, e naquilo que pretendemos ser.
A gente se apaixona quando sabe que o outro só tem olhos para a gente, quando sabe que o outro nos quer a nós e apenas a nós, e que sente a nossa falta quando não está ao nosso lado.
A gente se apaixona quando a pessoa nos faz perder a noção do tempo, quando ela nos causa arrepios. A gente se apaixona quando a pessoa, mesmo no silêncio, sabe escutar-nos.
Não há paixão apenas pelo status, isso são apenas aparências. O modo como nos tratam vale mais que qualquer riqueza.

Texto de Anieli Talon (adaptado)

Fonte: JAFOSTE.NET

A janela

E, oras! Depois de ver o pôr do sol, o amanhecer e uma lua cheia no ápice de se tornar superlua, eu simplesmente agradeço a Deus por mais um dia. Mesmo diante das dificuldades.

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📷&💭 Cr: @arq.pr.sca

 

Restrained

Not a long time ago, in college days, the professor said to us that we produce in 3D, like we wanted, some Monet’s painting. I made a sculpture of size a finger: a naked person, no gender, with closed eyes, on his knees and cross-armed on his body. It was restrained on a colorful wire cage. No exit. Motionless.

In reality, isn’t capable to see the beauty and means in painting. In my tentative to see something, all that I saw  was my inner sad portrayed on that painting, and I transferred this sensation, this feelings, to my work. 

I always feel chained, powerless to liberty myself. The time goes on and it isn’t changed. And I know that everybody “here” feel the same way.

luminarias-rusticas

Uma vez, durante os tempos de faculdade, fizemos um projeto na qual deveríamos reconstruir, em 3D, um quadro de Monet, como quiséssemos. Eu projetei e criei uma escultura do tamanho de um dedo, uma pessoa nua, sem gênero, de olhos fechados, prostada sobre os joelhos e com os braços cruzados/as mãos unidas sobre o peito. Ela estava contida dentro de uma cúpula/gaiola de arame colorida. Sem saída. Imóvel.

Na verdade, fui incapaz de “enxergar” a beleza e o sentido do quadro. Tudo o que eu via era minha tristeza interior retratada naquele quadro (em  minha tentativa de ver algo), e transferi esse sensação, esse sentimento, pra minha obra.

Sempre me senti presa, incapaz de me libertar sozinha. Os anos passaram e isso não mudou. E eu sei que todos aqui sentem o mesmo.

@ texto: myself and imagens: google.com
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